A hora da estrela

€ 15,95

Clarice Lispector

«A procura da palavra no escuro.»

Publicado pouco antes da morte da autora, é neste livro que Clarice Lispector destapa o motor da sua inquietação criativa, despedindo-se do mundo com uma obra de arte meteórica, excêntrica e universal.

Uma das singularidades da escrita de Clarice Lispector é a forma como incorpora o que é fugaz e volátil, numa obra literária em perpétua reinvenção. A hora da estrela surge em rota de colisão com outras ficções da escritora, colocando em cena Rodrigo, um escritor, e Macabéa, uma datilógrafa desvalida que vive num quarto alugado, no Rio de Janeiro. É Rodrigo quem narra a história de Macabéa, mulher onde desaguam todos os infortúnios: órfã e feia, inadaptada na cidade, ocupa os tempos mortos a ouvir rádio, sozinha. Rodrigo, o cosmopolita frívolo, inveja secretamente a liberdade interior da infeliz Macabéa.

Publicado pouco antes da morte de Clarice Lispector, em 1977, A hora da estrela tornou-se, nas últimas décadas, um dos seus mais amados romances. É aqui que a escritora destapa o motor da sua inquietação criativa e se aproxima, desarmadamente, do mistério da vida e da morte, despedindo-se do mundo com uma obra de arte meteórica, excêntrica e universal.

Clarice Lispector

«A procura da palavra no escuro.»

Publicado pouco antes da morte da autora, é neste livro que Clarice Lispector destapa o motor da sua inquietação criativa, despedindo-se do mundo com uma obra de arte meteórica, excêntrica e universal.

Uma das singularidades da escrita de Clarice Lispector é a forma como incorpora o que é fugaz e volátil, numa obra literária em perpétua reinvenção. A hora da estrela surge em rota de colisão com outras ficções da escritora, colocando em cena Rodrigo, um escritor, e Macabéa, uma datilógrafa desvalida que vive num quarto alugado, no Rio de Janeiro. É Rodrigo quem narra a história de Macabéa, mulher onde desaguam todos os infortúnios: órfã e feia, inadaptada na cidade, ocupa os tempos mortos a ouvir rádio, sozinha. Rodrigo, o cosmopolita frívolo, inveja secretamente a liberdade interior da infeliz Macabéa.

Publicado pouco antes da morte de Clarice Lispector, em 1977, A hora da estrela tornou-se, nas últimas décadas, um dos seus mais amados romances. É aqui que a escritora destapa o motor da sua inquietação criativa e se aproxima, desarmadamente, do mistério da vida e da morte, despedindo-se do mundo com uma obra de arte meteórica, excêntrica e universal.