Chamavam-lhe Grace de Margaret Atwood

€ 19,90

Margaret Atwood

Baseando-se na história real de Grace Marks, uma das mulheres mais enigmáticas do século XIX, e depois de aprofundada pesquisa, Margaret Atwood escreveu um romance extraordinariamente poderoso, que deu origem a uma série de sucesso da Netflix. Esgotada a edição anterior da Bertrand Editora, Chamavam-lhe Grace regressa a 19 de fevereiro às livrarias com uma nova capa.

Grace Marks, a grande protagonista desta história, foi declarada cúmplice e condenada pelo envolvimento nos homicídios do patrão, Thomas Kinnear, e da governanta da casa onde servia, Nancy Montgomery, que também era amante de Kinnear. Há vários anos a cumprir pena de prisão, Grace diz não ter qualquer memória do crime. Há quem acredite que é inocente, enquanto outros dizem que é perversa ou louca.

Será Grace Marks uma mulher fatal ou uma simples vítima das circunstâncias e dos preconceitos sociais dominantes? Inocente ou culpada? É a dúvida que Atwood faz pairar constantemente na cabeça do leitor, levando-o a pensar por si próprio sobre as ações (ou inações) da protagonista, o seu destino e a sua, ou nossa, culpa.

«Embora se baseie em factos reais, Chamavam-lhe Grace é uma obra de ficção. Grace Marks, a personagem principal, foi uma das canadianas mais célebres na década de 1840 por ter sido condenada por homicídio aos dezasseis anos», diz a autora. «Quando os registos continham meras sugestões ou lacunas patentes, senti-me livre para inventar», revela. Este poderoso romance foi, em 2017, adaptado pela Netflix para uma série de seis episódios, que conta com uma brevíssima participação (um cameo) de Margaret Atwood, uma das maiores autoras do panorama literário mundial.

Margaret Atwood

Baseando-se na história real de Grace Marks, uma das mulheres mais enigmáticas do século XIX, e depois de aprofundada pesquisa, Margaret Atwood escreveu um romance extraordinariamente poderoso, que deu origem a uma série de sucesso da Netflix. Esgotada a edição anterior da Bertrand Editora, Chamavam-lhe Grace regressa a 19 de fevereiro às livrarias com uma nova capa.

Grace Marks, a grande protagonista desta história, foi declarada cúmplice e condenada pelo envolvimento nos homicídios do patrão, Thomas Kinnear, e da governanta da casa onde servia, Nancy Montgomery, que também era amante de Kinnear. Há vários anos a cumprir pena de prisão, Grace diz não ter qualquer memória do crime. Há quem acredite que é inocente, enquanto outros dizem que é perversa ou louca.

Será Grace Marks uma mulher fatal ou uma simples vítima das circunstâncias e dos preconceitos sociais dominantes? Inocente ou culpada? É a dúvida que Atwood faz pairar constantemente na cabeça do leitor, levando-o a pensar por si próprio sobre as ações (ou inações) da protagonista, o seu destino e a sua, ou nossa, culpa.

«Embora se baseie em factos reais, Chamavam-lhe Grace é uma obra de ficção. Grace Marks, a personagem principal, foi uma das canadianas mais célebres na década de 1840 por ter sido condenada por homicídio aos dezasseis anos», diz a autora. «Quando os registos continham meras sugestões ou lacunas patentes, senti-me livre para inventar», revela. Este poderoso romance foi, em 2017, adaptado pela Netflix para uma série de seis episódios, que conta com uma brevíssima participação (um cameo) de Margaret Atwood, uma das maiores autoras do panorama literário mundial.