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ENCONTRAR TEREZA. Do apagamento colonial à presenca imaginada
Lorena Travassos
Um livro sobre arquivo, colonialismo, memória e imaginação como gesto de resistência.
Neste novo livro da Greta Edições, Lorena Travassos parte do arquivo fotográfico colonial para construir uma obra visual e ensaística em que investigação, criação artística e tecnologia se cruzam para questionar as narrativas produzidas pela violência imperial.
A partir da busca por uma mulher angolana identificada por portugueses como Tereza, em 1950, a autora transforma vestígios coloniais em matéria de reflexão e criação: imagens de arquivos pessoais e estatais, relatos em primeira pessoa e inteligência artificial articulam-se para habitar o espaço entre apagamento e possibilidade.
Mais do que revisitar o passado, este livro propõe pensar o presente: o colonialismo como estrutura ainda ativa, a permanência da violência racial e a urgência de imaginar futuros que escapem às lógicas de dominação.
Um livro importante para quem se interessa por fotografia, estudos pós-coloniais, arte contemporânea, arquivo, género e pensamento crítico.
Design: Sara Santos
Revisão: Vanessa Marques
Tradução: Gisela Casimiro
165x250 mm (LxA), 200 páginas
Apoio: Direção-Geral das Artes – Programa de Apoio a Projetos (Procedimento Simplificado, Aviso n.º 1299/2025/2).
Sobre a autora
Lorena Travassos é doutorada em Fotografia pelo ICNOVA e investigadora nas áreas da fotografia colonial e dos estudos de género. A sua prática articula investigação, criação artística e edição. É fundadora da Greta Livraria Feminista e da Greta Edições.
Garanta já o seu exemplar em pré-venda.
Lorena Travassos
Um livro sobre arquivo, colonialismo, memória e imaginação como gesto de resistência.
Neste novo livro da Greta Edições, Lorena Travassos parte do arquivo fotográfico colonial para construir uma obra visual e ensaística em que investigação, criação artística e tecnologia se cruzam para questionar as narrativas produzidas pela violência imperial.
A partir da busca por uma mulher angolana identificada por portugueses como Tereza, em 1950, a autora transforma vestígios coloniais em matéria de reflexão e criação: imagens de arquivos pessoais e estatais, relatos em primeira pessoa e inteligência artificial articulam-se para habitar o espaço entre apagamento e possibilidade.
Mais do que revisitar o passado, este livro propõe pensar o presente: o colonialismo como estrutura ainda ativa, a permanência da violência racial e a urgência de imaginar futuros que escapem às lógicas de dominação.
Um livro importante para quem se interessa por fotografia, estudos pós-coloniais, arte contemporânea, arquivo, género e pensamento crítico.
Design: Sara Santos
Revisão: Vanessa Marques
Tradução: Gisela Casimiro
165x250 mm (LxA), 200 páginas
Apoio: Direção-Geral das Artes – Programa de Apoio a Projetos (Procedimento Simplificado, Aviso n.º 1299/2025/2).
Sobre a autora
Lorena Travassos é doutorada em Fotografia pelo ICNOVA e investigadora nas áreas da fotografia colonial e dos estudos de género. A sua prática articula investigação, criação artística e edição. É fundadora da Greta Livraria Feminista e da Greta Edições.
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